segunda-feira, 26 de março de 2012

Lei que regulamenta a documentação de proprietários de Imóveis em Ilhas !

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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

Altera o inciso IV do art. 20 da Constituição Federal.
        AS MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:
        Art. 1º O inciso IV do art. 20 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 20. ..........................................................
.......................................................................
IV as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países; as praias marítimas; as ilhas oceânicas e as costeiras, excluídas, destas, as que contenham a sede de Municípios, exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal, e as referidas no art. 26, II;
......................................................................................."(NR)
        Art. 2º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.
        Brasília, em 5 de maio de 2005
Mesa da Câmara dos Deputados Mesa do Senado Federal
Deputado Severino Cavalcanti
Presidente
Senador Renan Calheiros
Presidente
Deputado José Thomaz Nonô 1º
Vice-Presidente
Senador Tião Viana
1º Vice-Presidente
Deputado Ciro Nogueira
2º Vice-Presidente
Senador Antero Paes de Barros
2º Vice-Presidente
Deputado Inocêncio Oliveira
1º Secretário
Senador Efraim Morais
1º Secretário
Deputado Nilton Capixaba
2º Secretário
Senador João Alberto Souza
2º Secretário
Deputado Eduardo Gomes
3º Secretário
Senador Paulo Octávio
3º Secretário
Deputado João Caldas
4º Secretário
SenadorEduardoSiqueiraCampos
4º Secretário

O ritmo da atividade econômica irá acelerar ao longo do ano, diz Alexandre Tombini !

Presidente do Banco Central está otimista em relação à economia brasileira e pessimista sobre o cenário internacional; para Tombini a economia mundial terá crescimento baixo este ano

REDAÇÃO ÉPOCA COM AGÊNCIA BRASIL

 (Foto: Agência Brasil)
O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse nesta sexta-feira (23), em São Paulo, que o país vai crescer de forma mais intensa nos próximos dois anos. Um crescimento sustentado, segundo ele, pela demanda interna, por estoques industriais e pelo que chamou de "processo de flexibilização das condições macroeconômicas".
“O ritmo da atividade econômica irá se acelerar ao longo deste ano e ao longo do próximo ano, ou seja, teremos mais crescimento em 2012 do que tivemos em 2011 e, em 2013, possivelmente, mais do que teremos este ano”, disse Tombini.
Quanto à economia mundial, Tombini prevê crescimento menor este ano, “permanecendo em patamares relativamente baixos em comparação à história de evolução do PIB [Produto Interno Bruto] mundial”.
Tombini voltou a assegurar que a inflação brasileira está convergindo para o centro da meta estabelecida pelo Banco Central, de 4,5% no acumulado do ano. Para reforçar a previsão, Tombini lembrou que a meta de inflação foi cumprida, em 2011, pelo oitavo ano consecutivo. “Em relação ao sistema de metas, vemos que tem sido importante e bem sucedido para fazer com que a inflação oscile ao redor da meta”, disse.
Tombini participou em São Paulo do lançamento da ampliação do Sistema de Informações de Crédito (SCR), que fornece informações mais detalhadas sobre operações de crédito, como renda das pessoas físicas e faturamento das pessoas jurídicas. Até o momento, o sistema identificava, de forma facultativa, todos os clientes com operações totais iguais ou superiores a R$ 1 mil. A partir de 30 de abril, essa identificação vai ser obrigatória.
De acordo com o presidente do BC, com a ampliação do SCR, será possível identificar 96% das operações de crédito. “É uma cobertura que poucos países têm, se é que algum país tem esse tipo de cobertura de suas informações de crédito”, disse Tombini.

Construção civil garante o desenvolvimento !


O desenvolvimento de São José tem relação direta com a construção civil, pelo que esse segmento industrial representa em termos de expansão urbana e geração de empregos e riquezas. A construção civil sempre foi, como assinala o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), Hélio Bairros, o “carro-chefe da economia”.
O período de ouro da expansão imobiliária na Grande Florianópolis começou na década de 1960, com o pioneirismo de alguns construtores, que perceberam a tendência de crescimento da região a partir da instalação da Universidade Federal de Santa Catarina no território da capital catarinense.
Na década seguinte, mais empreendimentos se destacaram em Florianópolis, principalmente na Ilha de Santa Catarina. Mas São José já surgia como alternativa habitacional para muitos novos moradores. Data da metade dos anos 1970 a criação do bairro Kobrasol, de início um loteamento com residências térreas e prédios de no máximo 4 andares. Da mesma forma, outros bairros tradicionais, como Campinas e Barreiros, passavam por um processo de transformação, com a incorporação de novos loteamentos e também pequenos empreendimentos verticais.
Pode-se dizer que a década de 1970 representou o início da transformação econômica de São José, até porque naquele período surgiu também o primeiro distrito industrial da Grande Florianópolis, instalado às margens da BR-101. Mas o estigma de ser cidade-dormitório começaria a se dissipar apenas nos anos 1990, quando o ritmo empresarial do município se acentuou.
A construção civil percebeu as possibilidades de crescimento do Kobrasol e Campinas ainda na década de 1980, quando começaram a ser edificados os primeiros edifícios mais altos.Essa tendência se ampliou há cerca de 20 anos, com uma verdadeira “explosão” de novos empreendimentos. Construtoras que começaram de forma cuidadosa, de acordo com suas possibilidades, expandiram suas atividades ao longo da década de 1990. Neste caso, destacaram-se na época a RDO, a AM, a Santana, e a Zita, entre outras, que acreditaram no potencial de São José e investiram com qualidade na expansão habitacional. Mais recentemente, OK, Hantei, Cota, Kilar, Stylo, Sanford, Kobrasol, JA, também marcam presença no contexto
da construção civil.
Bairros ganham empreendimentos modernos
O Kobrasol é um fenômeno – na verdade, um case do setor – que marca o desenvolvimento urbano de São José. Mudou o eixo do processo imobiliário, surgindo como alternativa para moradia de quem, já na década de 1990, enfrentava os preços razoavelmente altos no mercado de Florianópolis (na ilha em especial). É evidente que, com o passar do tempo, registrou-se um relativo esgotamento na região, embora muitas construtoras continuem investindo no Kobrasol.Bairros que antes eram dominados praticamente por casas térreas e pequenos prédios de no máximo 2 ou 3 andares, apresentaram-se com grande potencial para a construção civil nos últimos anos. Nesse contexto, o crescimento habitacional acabou focalizado em Barreiros, Roçado, Floresta, Serraria, Forquilhinha, Ipiranga, avenida das Torres, entre outros locais. Assim, a configuração urbana mais tradicional de São José ficou restrita ao Centro Histórico, Praia Comprida e Ponta de Baixo, enquanto grande parte dos outros bairros passou a merecer o interesse de construtoras de médio e grande porte, além de loteamentos de qualidade, com infraestrutura e qualidade de vida marcantes.
Setor atende à imensa demanda habitacional
Para os dirigentes do Sinduscon da Grande Florianópolis, São José representou um passo importante para o crescimento global da região metropolitana, tendo hoje mais de uma dezena de construtoras com empreendimentos arrojados ou, até, menos ambiciosos, mas igualmente com qualidade, voltados ao Programa Minha Casa, Minha Vida.Nos últimos três anos o Sinduscon vem trabalhando para que algumas amarras legais no município sejam reduzidas, com o objetivo de garantir o pleno desenvolvimento do setor – que é reconhecido como o mais dinâmico da economia metropolitana.
Para o presidente da entidade, Hélio Bairros, não há como frear o crecimento da construção civil, justamente porque a demanda habitacional na Grande Florianópolis é imensa – a população somada dos municípios alcança quase um milhão de habitantes. Só Florianópolis, São José, Biguaçu e Palhoça somam mais de 800 mil moradores.

Fonte: Jornal Notícias do Dia

sexta-feira, 23 de março de 2012

Linda área toda plana, aterrada com viabilidade industrial !









Em Biguaçu, Grande Florianópolis, distante apenas 7 kilometros da BR 101, acesso todo pavimentado, facil para veículos pesados e de carga. 

Linda área em Biguaçu com viabilidade para instalação de fábrica ou industria, e com localização estratégica, pois pelo traçado original ficará a menos de 500 metros do novo anel viário da grande Florianópolis que tem previsão de estar pronto até 2015.

Documentação em dia com escritura pública, viabilidade industrial, percentual de 60% de uso do solo, topografia do terreno 100% plana, área já planada pronta para o estaqueamento e construção imediata.

Possui uma área total de 42.935m² com 110 metros de frente para a rua e com 415 metros na lateral lete e 430 metros na lateral oeste.

Preço e condições de venda:
Pagamento faciliatado, aceita R$ 1.000.000,00 em imóveis e R$ 1.500.000,00 em dinheiro sendo 50% de entrada e o restante parcelado.
Valor: R$ 2.500.000,00  

quinta-feira, 22 de março de 2012

Lindo terreno em Condomonio fechado do norte da Ilha !

Ótimo Condominio Residencial com uma excelente infraestrutura e total privacidade em apenas 8 lotes.

Oferece em sua infra-estrutura:
. sistema de iluminação com distribuição subterrânea
. estação de tratamento de esgoto própria
. calçamento tipo paver
. tubulação subterrânea para internet, TV à cabo, telefone, vigilância eletrônica e congêneres

E em sua área de lazer:
. quadra poliesportiva
. quiosque com churrasqueira

Lotes prontos para construír.

Valor R$ 190.000,00





quarta-feira, 21 de março de 2012

Casa com fantástica vista para o Mar no centrinho do charmoso bairro Santo Antônio de Lisboa.

Linda casa em alvenaria com:

. 3 dormitórios sendo 1 suíte com vista para o mar
. sala de estar e sala de jantar com vista para o mar
. cozinha com vista para o mar
. área de serviço
. sacada em toda extenção da casa
. garagem para 2 carros.

Casa já mobiliada com condicionador de ar em todos os quartos, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, louças e metais.

Belíssima vista para o mar inclusive para a ponte Hercílio Luz.

Amplo terreno com 1.560m², com muitas árvores, trilhas e um lindo jardim.

Documentação toda em dia com Escritura Pública.

Valor: R$ 850.000,00

Localizada na região oeste de Florianópolis, foi o lugar escolhido pelos primeiros imigrantes açorianos, em meados do século XVIII, para fixar residência na Ilha. Mar tranqüilo com um cenário deslumbrante e um pôr do sol inesquecível. Possui uma vista panorâmica da Baía Norte e do Continente. A pesca ainda é tradicional, incluindo o cultivo de ostras. Para quem busca tranqüilidade e uma paisagem encantadora, há muitos bares a beira mar e vários restaurantes.
O distrito de Santo Antonio de Lisboa é seguramente a região da Ilha que mais conserva a arquitetura e a cultura dos colonizadores açorianos. Vários grupos de danças folclóricas como o Pau de Fita, Boi de Mamão e a Ratoeira, formados por membros da própria comunidade, são incentivados através de festas religiosas a manter os costumes e as tradições açorianas. 

















terça-feira, 20 de março de 2012

A arte da negociação: 6 dicas para ser um grande negociador !

A arte da negociação: 6 dicas para ser um grande negociador

Fonte: COFECI
Saber negociar é uma das principais competências de um ser humano e talvez uma das tarefas mais difíceis. Se pararmos para analisar o nosso comportamento diário, perceberemos que a todo o momento estamos envolvidos em algum tipo denegociação, ou seja, estamos tentando estabelecer determinados acordos tanto em nossas relações pessoais quanto profissionais. Você concorda?
Quando buscamos por um desconto em determinado estabelecimento, quando vendemos algo, quando tentamos convencer as nossas companheiras a nos deixar curtir o futebol com os amigos, quando elas tentam nos convencer a acompanhá-las ao shopping durante uma liquidação, quando pedimos para sair mais cedo do trabalho. Em todas essas situações, das mais simples às mais complexas, sempre estamos envolvidos nesse processo de negociação, ora fazendo propostas, ora recebendo propostas.
Entendendo que a negociação faz parte do nosso dia a dia e que para dominar essa arte são necessários prática e envolvimento, identifiquei algumas dicas que poderão ajudá-lo a desenvolver melhor essa competência nas mais variadas ocasiões. Vamos evoluir juntos?
1. Provocar o direcionamento de percepção é o desafio central da negociação
O bom negociador deve ter em mente que o interlocutor, na maioria das vezes, já possui um posicionamento formado, sendo assim, a sua principal missão será provocar um direcionamento de percepção em torno de um conceito previamente construído.
Com isso, o desafio é estabelecer um envolvimento que possibilite o estabelecimento de um acordo favorável ao ideal do negociador.
2. Negocia melhor quem sabe ouvir
Uma das formas de provocar a mudança de percepção é o desenvolvimento do autocontrole. Quanto maior for o interesse na negociação, maior deve ser o autocontrole. Controle a ansiedade e o desejo de falar ininterruptamente. Transmita tranquilidade e, especialmente, saiba ouvir o seu interlocutor.
É ouvindo, primeiramente, que você colherá as informações que darão o direcionamento para as suas argumentações e que possibilitará uma mudança de postura do seu interlocutor em relação aos posicionamentos já fixados. Dessa forma, a tendência é a de que o interlocutor quebre uma barreira de defesa e aceite iniciar um diálogo com o negociador.
3. O ambiente da negociação potencializa o autocontrole
Uma negociação é feita de detalhes e além do autocontrole até mesmo o ambiente onde esse processo é realizado pode influenciar nos resultados esperados. Sendo assim, escolha esse local com atenção.
Evite fazer a negociação na casa/empresa do seu interlocutor. Se não for possível realizar o encontro em seu habitat natural, busque por uma zona neutra, por exemplo, um restaurante ou um café bar.
O local do encontro deve passar segurança para o negociador a fim de possibilitar um maior controle da situação e domínio das suas argumentações.
4. Conhecimento é a fonte da mudança de percepção
E por falar em argumentações chegamos a um elemento essencial em uma negociação: o conhecimento.
Costumo dizer que o conhecimento gera argumentação que gera convencimento que, por sua vez, gera mudança de percepção. O conhecimento é um forte aliado em um processo de negociação, pois transmite a tranquilidade necessária para o desenvolvimento de um relacionamento.
Sendo assim, o negociador é capaz de controlar melhor o seu emocional e transmite maior confiança ao seu interlocutor. Por isso, esteja preparado para a negociação. Benjamim Franklin tem um pensamento que ilustra bem esta reflexão. “Ao falhar em se preparar, você está se preparando para falhar”. Pense nisso!
Busque identificar o perfil do interlecutor, pesquise antes de entrar em uma negociação. Se você não dispuser de nenhuma fonte de informação sobre a pessoa com a qual irá negociar, faça do seu primeiro contato a sua fonte de estudo.
Analise as características desse interlocutor: como ele se comporta ao conversar com você, o estilo de fala e a forma como se veste transmitem modernidade ou conservadorismo, enfim, aprenda a interpretar os sinais que o seu interlocutor transmite.
Uma vez identificado esse perfil e realizadas pesquisas previamente, o negociador tem melhores condições de criar um rapport com seu interlocutor, ou seja, uma sintonia. E assim, cria-se um clima agradável e confiável, o que potencializa as chances de se fechar um acordo.
5. A criatividade é uma carta na manga
Ao estar pessoalmente com o seu interlocutor você poderá perceber que um plano previamente traçado poderá não se adequar a determinadas situações, por isso, tenha sempre alternativas.
Não existe uma fórmula pronta para uma negociação, pois do outro lado existe um ser humano defendendo também os próprios interesses. Sendo assim, algumas mudanças poderão ocorrer no meio do caminho e a criatividade, muitas vezes, será um diferencial. Tenha sempre um plano B ou até mesmo um plano C.
6. Estabelecer uma zona de aceitação é fundamental
Ter um segundo plano em mente em casos de necessidade é importante, mas é necessário manter o foco em seus objetivos. Sendo assim, o negociador deve ter previamente estabelecido uma zona de aceitação que é o nível máximo que pode ceder para fechar um acordo.
Por exemplo, você pretende vender um produto e o seu lance inicial é de R$ 1500,00. Porém o seu interlocutor inicia um processo de negociação e tenta convencê-lo a fechar o negócio por R$1000,00. Contudo, previamente você já havia definido que a sua zona de aceitação era de R$ 1200,00, caso contrário haveria prejuízo.
Ou seja, abaixo dessa zona de aceitação não há possibilidade do acordo, pois um dos negociadores sairia prejudicado. Por isso, por mais que você busque se adaptar às variadas situações tendo planos alternativos, é importante não perder o foco, afinal, ninguém entra em negociação almejando prejuízo. Não é verdade?
Conforme defendido no início deste artigo, a arte da negociação não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Além dessas seis dicas analisadas e colocadas em prática, um pouco de aprofundamento sobre o assunto por meio de leituras específicas também ajuda o desenvolvimento dessa competência.

Brasil é 2º em ranking mundial de valorização imobiliária

Brasil é 2º em ranking mundial de valorização imobiliária

Fonte: Revista Exame
Os imóveis no Brasil tiveram uma valorização nominal de 27,82% em 2011, a segunda maior do mundo. Segundo pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países.
O ranking revela que a alta dos imóveis no Brasil e na Índia não tem qualquer paralelo com o que está acontecendo nos demais mercados ao redor do mundo. Descontando a inflação da variação do preço dos imóveis, houve desvalorização em 22 dos 35 países pesquisados. Além disso, em 21 países o desempenho do mercado imobiliário foi pior do que no ano anterior. Os números do quarto trimestre foram ainda piores. Houve alta real de preços em apenas 10 dos 35 países.
O site Global Property Guide atribui a desvalorizações dos imóveis na maioria dos mercados pesquisados ao fraco crescimento econômico mundial, às preocupações com o elevado endividamento dos países ricos, à baixa confiança do consumidor e ao alto desemprego em diversas nações.
Já a situação no Brasil seria oposta porque a economia vai bem. O Banco Central está em meio a um ciclo de redução das taxas de juros – o que sempre é positivo para o mercado imobiliário. As incorporadoras também costumam explicar as altas de preços com o aumento dos custos de construção, já que mão de obra, terrenos e materiais de construção são hoje muito mais caros do que eram há alguns anos.
Por último, especialistas do mercado imobiliário também costumam apontar a desinformação de muitos compradores como fator de pressão sobre os preços. Os imóveis nas principais cidades brasileiras mais do que dobraram de preço nos últimos cinco anos. No imaginário de alguns investidores, os imóveis se transformaram em sinônimo de bom negócio.
O que muita gente se esquece em épocas de euforia é que, da mesma forma que os preços sobem, também podem descer. A Ásia é um bom exemplo disso. Segundo a pesquisa da Global Property Guide, com exceção da Índia, os preços estão acomodados ou até mesmo em queda na região, que foi a queridinha dos investidores globais na década passada.
As valorizações em Hong Kong, Cingapura e China foram bem menores em 2011 do que no ano anterior. Já em Tóquio e Taiwan, houve recuo de preços. As desvalorizações ocorreram mesmo com a região ainda em um momento econômico favorável, o que levou o Global Property Guide a afirmar que o “boom imobiliário na Ásia acabou”.
A Europa é outra região que prova que os preços podem cair – em alguns casos, de forma acentuada. Espanha, Grécia e Irlanda apresentaram péssimos resultados neste ano. O alto endividamento e a falta de confiança dos investidores reforçam a percepção de que a Europa entrará em nova recessão em breve – o que sempre tende a enfraquecer o mercado imobiliário ainda mais do que outros setores da economia.