sexta-feira, 26 de julho de 2013

Refúgio de tranquilidade no interior da Ilha, com ar rural e perto da Praia e da estrutura necessária para o dia a dia, assim é a Vargem Pequena onde está este belo sítio.

Belíssima propriedade localizado em uma das regiões mais belas da ilha, bairro com uma ótima qualidade de vida, tranqüilo e perto das mais lindas praias da ilha.

O sítio conta com uma casa de alvenaria contendo: 
. sala de estar
. 2 dormitórios
. cozinha
. área de serviço
. varanda

Sítio bem arborizado, com muitas árvores frutíferas, flores, 2 grandes açudes com uma grande variedade de peixes.

Um pequeno pedaço de paraíso dentro de Florianópolis.

Área do terreno de 3.300m²
Área construída com 110m²

Valor R$ 950.000,00

















quinta-feira, 25 de julho de 2013

Sítio Ratones, refúgio dos belos sítios de Florianópolis.

Excelente sítio, totalmente plano, ideal para quem quer morar na Ilha levando uma vida tranquila como se estivesse vivendo na zona rural. Ideal para ter animais e pequenas plantações como uma bela horta e pomar podendo aproveitar as diversas árvores frutíferas já plantadas.

O terreno possui ao todo 3.939m² cercados, com muro em uma lateral e com laguinho para peixes.

Possui uma casa pequena de alvenaria de 2 dormitórios, sala, cozinha, área de serviço e garagem a qual pode ser ampliada e modernizada tornando-se uma bela residência.

Área construída de 110m²
Área do terreno 3.936m².

Valor R$ 550.000,00








quarta-feira, 24 de julho de 2013

Linda casa em Condominio Fechado em Santo Antônio de Lisboa !

Excelente casa com projeto diferenciado, estilo moderno, composta por:
. 3 dormitórios sendo 1 suíte master com hidro 
. sala para 3 ambientes, sala de jantar, sala de estar e de TV
. cozinha com móveis planejados
. escritório
. dependência de empregada
. área de serviço
. despensa
. 2 vagas de garagem cobertas
. sistema de aquecimento solar
. churrasqueira
. lavabo

Casa nova e semi mobiliada.

Área construída de 265m²
Área do terreno de 540m²

Valor R$ 850.000,00

























terça-feira, 23 de julho de 2013

Linda casa moderna, nova em condomínio fechado em frente a UFSC, próximo a Eletrosul e a UDESC.

Bela residência composta por 4 dormitórios sendo 2 suítes, 1 com closet, hidromassagem e terraço com vista mar. Sala para 3 ambientes, cozinha, lavabo, dependência completa, ampla despensa, área de serviço, garagem coberta para 3 carros, churrasqueira, persianas automatizadas, splits, piso cerâmico e na sala porcelanato.

Condominio com portaria, salão de festas, piscina, quadra poliesportiva e ampla área verde com trilhas e cachoeira.

Área construída de 321m²
Área do terreno de 434m²

Valor R$ 1.100.000,00










segunda-feira, 15 de julho de 2013

Preços dos imóveis aumentam 15% ao ano Escassez de terrenos, alta demanda e custos da mão de obra e dos insumos alteram valores da habitação na Capital

Escassez de imóveis para novos projetos influencia na elevação do valor em até 15% ao ano
Escassez de imóveis para novos projetos influencia na elevação do valor em até 15% ao ano
Garimpar terrenos é um desafio constante para construtoras e incorporadoras interessadas em implementar projetos imobiliários na Capital. Empresários do setor explicam que, além da necessidade de adequação do solo ao produto, a “consolidação” da ocupação da cidade, com a expansão imobiliária ocorrida nos últimos anos, dificulta e encarece a empreitada. As vezes, é necessário comprar vários imóveis para fazer um edifício. Isso sem falar dos custos de mão de obra e insumos usados pela construção civil - que também estão mais caros -, associados à morosidade da aprovação de licenciamentos e à velocidade da valorização dos entornos. Por enquanto, não há sinal de “bolha” nem da possibilidade de os valores baixarem, garantem os especialistas. Segundo dados recentes do setor, as altas têm sido entre 12% e 15% ao ano.  
De acordo com o proprietário da empresa de negócios imobiliários Vivendi, Joaquim Carvalho Faria, um dos fatores que mais encarecem os custos na compra de um imóvel, seja residencial ou comercial, é o terreno. “Antigamente, o solo representava 10% do valor de uma permuta de imóvel, dependendo da localização – hoje em dia, representa 30%”, compara o profissional, que trabalha com identificação de áreas para o desenvolvimento imobiliário. Ele comenta que a  abertura de capital das empresas impulsionou a expansão do setor,  a partir de 2006, colaborando também para a alta dos preços ao consumidor. “Com recursos injetados por terceiros, as corporações precisaram oferecer resultados aos investidores, lançando vários empreendimentos em curto espaço de tempo.”
Paralelamente a isso, nos últimos anos os bancos passaram a ter mais segurança jurídica ao ofertar crédito imobiliário, oportunizando assim suprir a demanda reprimida, principalmente das classes menos privilegiadas. Com mais gente interessada, e podendo pagar, mesmo que via financiamento, houve uma corrida por aquisição de terrenos para todas as classes econômicas, conta Faria. E ainda há demanda: dados de abril da MS Properties, especialista em desenvolvimento imobiliário, destacam que a facilidade do crédito, o aquecimento do consumo e a expansão da classe C, aliados à ampliação do valor do imóvel enquadrado no programa habitacional Minha Casa Minha Vida, têm contribuído para “bons resultados” no segmento imobiliário, com “retomada do crescimento em níveis graduais e sustentáveis”.
“A classe média aceita bem imóveis localizados em áreas enxutas”, garante Faria. No entanto, onde há mais oferta de terrenos, como é o caso de bairros da zona Norte e na Restinga, por exemplo, o limitador é outro. “Nestas regiões, o preço de venda precisa ser mais baixo, porque o pessoal que compra ali, em geral, faz financiamento com uma entrada de 10% a 30%, no máximo, do valor total – diferentemente da classe média alta e dos consumidores de alto padrão, que têm reservas para dar uma entrada maior ou comprar à vista”, compara o especialista. Segundo ele, o terreno tem sido o vilão principalmente no caso de produtos de padrão elevado. “As pessoas com maior poder econômico querem morar em prédios melhor localizados e mais sofisticados, com ampla área de lazer, entre outros itens, o que torna a busca por áreas para empreender muito mais difícil.”
Na opinião do diretor de incorporações da CFL, Luciano Bocorny Corrêa, no caso de imóveis residenciais, um dos “agravantes” é a morosidade das construções, o que acaba tornando o custo dos produtos ainda mais caro. “Estão cada vez mais restritivos e vagarosos o licenciamento e a aprovação das obras pela prefeitura municipal, o que reduz as ofertas e o potencial dos produtos, muitas vezes limitados na altura. Isso acaba onerando a obra, e é repassado para o consumidor”, detalha. 
Corrêa aponta “que o setor está, de fato, pautado pela oferta, e não pela demanda”, em vista da dificuldade de terrenos localizados em bairros nobres e centralizados, que comportem produtos de alto padrão. “Não há dúvida de que existe escassez de áreas valorizadas e consagradas, com estruturas de conveniências próximas”, confirma. Ele dá exemplo: o prédio comercial Platinum Tower (na avenida Carlos Gomes), empreendimento recente da CFL, só foi erguido depois da aquisição de sete terrenos distintos, que foram unificados. “Isso passou pela compra de diversas propriedades, o que se arrastou por mais de um ano.”

Portaria do 5º Comar restringindo altura traz prejuízo ao crescimento do mercado

Mesmo que a demanda por imóveis ainda esteja aquecida, não há mais espaço para encarecimento dos preços dos terrenos, dos produtos e da mão de obra para a  construção civil. A afirmação é do presidente do Sinduscon-RS, Paulo Vanzetto Garcia. “A tendência é de que esses valores sejam nivelados daqui para a  frente, com crescimento apenas vegetativo”, opina. 
Segundo o dirigente, um fator que “distorce um pouco” esse conceito, especialmente em Porto Alegre, é a restrição de altura dos principais bairros, em vista de portaria do 5º Comando Aéreo Regional (5º Comar), estabelecida em novembro de 2011. “A partir daí, quem não tinha projeto em estudo na prefeitura não constrói quase nada nos bairros da área em torno do aeroporto. São regiões que não têm mais potencial construtivo, o que é inexplicável”, reclama Garcia.
Esse impasse tem sido tema de negociação entre o município e o 5º Comar, informa o secretário municipal de Urbanismo, Cristiano Tatsch. “A prefeitura está há mais de ano tentando resolver essa situação. Não queremos inviabilizar a segurança dos voos, que é fundamental, mas, por outro lado, não podemos parar a cidade”, comenta o gestor. 
O presidente do Sinduscon-RS observa que, em vista desse limitador, o preço dos terrenos nas regiões centrais sofreu incremento de mais de 200% nos últimos seis anos. “Outros aspectos contribuíram, como a redução da taxa de juros, o aumento da renda, a ampliação do crédito imobiliário e o lançamento de produtos de maior valor agregado.”
Segundo Paulo Garcia, também a zona Sul está mais valorizada, com o incremento de espaços comerciais e o aumento da oferta de serviços.